"É mais fácil quebrar um átomo que um preconceito."
A. Einstein
FUNDAMENTOS DA HOMEOPATIA - continuação
Vimos
no texto anterior – Fundamentos da Homeopatia – que a medicina homeopática
segue quatro princípios básicos:
·
Lei
da Semelhança
·
Experimentação
no indivíduo sadio
·
Doses
infinitesimais
·
Medicamento
único
Já esclarecemos sobre a lei da
semelhança e da experimentação no indivíduo sadio. Agora vamos entender os
demais princípios.
III - DOSES INFINITESIMAIS
Dr. Hahnemann observou, enquanto
realizava as experiências iniciais, que usando doses mais fracas obtinha
melhores resultados, isto é, realizava a cura de maneira mais suave e com menos
agravações. Mas mesmo assim as doses ainda acarretavam pioras do quadro
clínico. Não contente com isso ele foi diluindo o medicamento cada vez mais até
chegar às doses infinitesimais ou extremamente diluídas. Nesse processo
Hahnemann observou que quanto mais diluídas e dinamizadas as doses,seguidas de
agitação forte e vigorosa (processo denominado de sucussão), mais energia curativa
se desprendia daquelas substâncias, realizando melhoras do paciente com o
mínimo de efeitos colaterais.
Samuel Hahnemann afirmou em 1816: “Não foi em virtude de uma opinião preconcebida
nem de amor à excentricidade que me decidi a favor de doses tão fracas, tanto
em relação a quina ( substância que usou em si mesmo numa experimentação )
como a qualquer outra substância. Cheguei até lá depois de observações
frequentemente renovadas, e elas me demonstraram que maiores quantidades de
medicamentos, mesmo no caso que fazem bem ao doente, agem com intensidade
maiores do que a necessária para obter a cura, causando assim efeitos
colaterais. Por isso diminuí as quantidades e desci até as mais ínfimas doses,
que me parecem suficientes em oferecerem uma dose salutar, sem agirem com
violência capaz de retardar a cura”.
Sabemos que tudo no universo, tanto no
macro como no microcosmos, é matéria e energia e uma se converte na outra.
Albert Einstein, um expoente da ciência, expressou na sua conhecida equação E=MC2 (E = energia, M é a massa
e C é a velocidade da luz ) a possibilidade
da matéria se converter em energia e vice-versa. Portanto, não há vida sem energia.
No ser humano ela é conhecida por várias denominações: energia vital, chi ou ki
e é responsável por manter a vida, os órgãos e todas as funções do corpo em
funcionamento, como por exemplo, o sistema imunológico, hormônios, metabolismo
e todos os demais.
Desde Hahnemann a ciência tem feito
importantes pesquisas e hoje a medicina tradicional vem utilizando medicamentos
com diluições muito pequenas como a do micrograma com ótimos efeitos.
Outro avanço da ciência em relação às
micropartículas e a energia desprendida, tem seu ápice na construção do Grande Colisor de Hádrons ( LHC ), que é o maior acelerador de
partículas do mundo. Em dezembro de 2011 os cientistas do LHC anunciaram a
descoberta de uma nova partícula que eles acreditam ser o famoso bóson de Higgs, que recebeu o apelido
popular de “partícula de Deus”, por ser a partícula que permite que todas as outras tenham diferentes massas. Estamos
citando essa grande e importante descoberta científica para entendermos melhor
a existência, a possibilidade e a realidade das doses infinitesimais. (1) Outros estudos
interessantes sobre o medicamento homeopático estão relacionados às pesquisas
referentes à memória da água. (2)
Portanto podemos observar que muitos estudos têm
dado noção de como age a homeopatia. Além disso é se suma importância citarmos os ótimos resultados que nós
homeopatas temos obtido por 200 anos na nossa clínica diária e nas pesquisas
científicas realizadas e publicadas.
Para aqueles que querem
ampliar as explicações acima, sugerimos leitura dos links abaixo:
No próximo artigo falaremos sobre Medicamento Único. Até lá!
Abraços fraternos,


Agora, com toda explicação científica eu consigo compreender melhor o fato de, em uma época em que eu não acreditava ser possível que algum medicamento me curasse, consegui sair da crise de síndrome do pânico tomando remédio homeopático.
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